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14 de abril de 2011

o caso Wellington


Foi necessário algo tão drástico acontecer para a sociedade brasileira passar a refletir sobre o acontece dentro das nossas escolas e que quase nunca se toma uma providência. O Bullyng deveria ser considerado CRIME.  É triste ver a que ponto chega um ser humano. Mas é igualmente triste ver a que ponto chega a maioria das escolas públicas cujos professores (grande parte) e funcionários se calam diante da violência praticada contra os mais fracos. Não há desculpa nem justificativas para Wellington, mas igualmente não há desculpas nem justificativa para os omissos e para os que humilham seus semelhantes.

As pessoas são humilhadas em todos os lugares: na escola, no trabalho, nos hospitais, nos transportes públicos, supermercados, universidades, etc. Enfrentam doenças, pobreza, violência, injustiça. Refugiam-se nas drogas, no jogo, na solidão, no remorso e, às vezes, no desejo de vingança. Dedicam-se a futilidades, ou procuram dar o troco, humilhar, descontar. Procuram amor, carinho, às vezes, em vão. Algumas não suportam e se matam. Outras, num momento de ira, matam o outro. A maioria prossegue sem rumo e sem saber exatamente o porquê, sendo jogada de um lado pra outro. Um, de repente, resolve matar. A sociedade não tem culpa?

É pessoal, a culpa é de todos. De toda a sociedade que promove pré-conceitos e pré-julgamentos das pessoas e não contente, acha que têm o poder de desprezar, humilhar e maltratar, fazendo o ser humano se sentir um NADA. E quando ele se revolta, é um monstro? E o que a sociedade é? Quem alimentou o monstro? Ele é fruto da hostilidade e do sadismo e humilhação da nossa, minha e da sua “sociedade”.

Cabe a cada ser fazer sua parte. Um sorriso, um bom dia, um elogio sincero, um abraço podem mudar a vida de uma pessoa.

Respeite-a.

26 de março de 2011

CONCURSO DO ESTADO

O Governador Marcelo Déda divulgou a notícia pelo Twitter pessoal(@marcelodeda); depois fui conferir e encontrei isso que está abaixo.

Segundo a Agência Sergipe de Notícias (www.agencia.se.gov.br) após autorização do governador Marcelo Déda, o secretário de Estado da Educação, Belivaldo Chagas, acordou com o Ministério Público (MP) de Sergipe que o Governo do Estado vai promover concurso público para professores de Educação Básica ainda este ano.

De acordo com o que ficou acordado com o Ministério Público de Sergipe, o edital será publicado até o dia 30 de agosto, e as provas serão realizadas entre os meses de setembro e outubro. O resultado final do concurso deverá ser divulgado até o dia 30 de novembro, e os aprovados serão convocados para o trabalho a partir do dia 16 de janeiro de 2012.
Para definir o número de vagas para professores a serem abertas pelo concurso, a Seed está concluindo um levantamento do número de professores que estão em sala de aula e quantos estão em atividade meio. A secretaria também está fazendo um levantamento para saber quantos professores irão se aposentar até 2013. De posse desses números é que a Secretaria irá definir a quantidade exata de vagas para o concurso público.
De acordo com o documento assinado pelo promotor de Justiça Luis Fausto Dias Valois, da Promotoria dos Direitos à Educação, e pelo secretário Belivaldo Chagas, até o dia 15 de junho a Seed deverá informar ao MP o número de cargos de professores de educação básica que serão criados por lei e o quantitativo de vagas que deverão ser promovidas, mediante o concurso público. O número de vagas estará estabelecido no edital, que será publicado até 30 de agosto.
Será que sai mesmo?

24 de janeiro de 2011

A difícil arte de perdoar

 (O texto é baseado em um dos livros de Augusto Cury e em palestra realizada em Ilhéus-BA, julho de 2010)

Imagina-se que nem a pior prisão do mundo seja tão difícil de suportar quanto àquela que nos aprisiona por dentro, que nos impede de pensar com liberdade e de transformar nossos sonhos em realidade.

E quando é que nos aprisionamos internamente? Entre tantas coisas, destaco aqui a falta de perdão… Esta “doença” psíquica que, além de nos manter acorrentados a um sentimento que não nos acrescenta nada, muitas vezes acaba por se transformar em doenças físicas, além de destruir relacionamentos existentes há anos.

Sabemos de tantas amizades, companheirismos de trabalho e até mesmo relacionamentos familiares, que terminam porque as pessoas não conseguem tolerar e superar defeitos uns dos outros, gerando assim críticas e discussões e, por consequência a ausência do perdão.

Pessoas de “coração duro” podem gerar em suas mentes janelas killers¹ e muitas vezes apresentar sintomas como dores no peito, insônia, dores musculares, humor deprimido, estresse, perda de apetite, entre outros. As pessoas que descobrem a arte do perdão, reduzem o nível de estresse, vivem mais confiantes e si mesmas, conseguindo atingir a calma e a paz de espírito.

Jesus ao ser interpelado por um de seus discípulos sobre quantas vezes deveríamos perdoar uma mesma pessoa, nos deixou um grande desafio: “Não te digo perdoar até sete vezes; mas, até setenta vezes sete”. Quem já se aproximou desse número?

Tarefa esta dificílima, porém, não impossível. Todos somos capazes de conseguir tal proeza! Precisamos nos tornar protagonistas da nossa história e gerenciadores de nossos pensamentos. Devemos compreender as pessoas que nos ofenderam e nos magoaram, e saber que por trás de uma pessoa que nos fere, há sempre uma pessoa ferida, só assim conseguiremos lhes perdoar. Se a perdoamos, morre dentro de nós o “monstro” em que transformamos esta pessoa, e esta renasce não mais como inimiga, mas como um ser humano que possui limitações iguais as nossas.

Você tem alguém a quem precisa perdoar? E por que não o faz? Você deve um pedido de perdão para alguma pessoa? Faça isso então, você não irá se humilhar mas se tornará humilde e aliviará seu coração!


¹Saiba mais sobre Janelas Killers, click aqui

TOXINA DA CARAMBOLA

(Recebi o texto de um colega e resolvi compartilhar aqui)

"ESTRANHO. POR QUE OS PASSARINHOS NÃO BICAM AS CARAMBOLAS, MESMO MADURAS?" TEMPO ATRÁS FIQUEI SABENDO, EM UMA NOTÍCIA DE SAÚDE, SOBRE OS PROBLEMAS CAUSADOS POR TAL TOXINA, MUITAS VEZES IRREVERSÍVEIS...


A venda de suco de carambola está proibida em Jaú, cidade de 140 mil habitantes no interior de São Paulo. A fruta tem uma toxina que pode matar portadores de insuficiência renal.

Por causa do risco de morte, a Câmara de Vereadores aprovou, por unanimidade, o projeto do vereador José Mineiro de Camargo (PSB), proibindo o suco e a fruta nas lanchonetes, bares, restaurantes, hospitais e repartições públicas municipais. A lei vigora há menos de dois meses.

“É mais um alerta do que uma proibição às pessoas que têm insuficiência renal. A carambola tem uma neurotoxina que não é filtrada e vai direto para o sangue. Se o paciente renal comeu a fruta, ele deve contar ao médico, pois corre o risco de morrer se não fizer hemodiálise.O rim normal filtra a toxina”, afirmou o vereador.

Depois de contar que pesquisou o assunto, Camargo disse que os diabéticos também correm risco e que 99% da população desconhece os danos causados pela carambola.

O médico Eduardo Martins Rebec, nefrologista do setor de hemodiálise da Santa Casa de Jaú, confirma o risco no consumo da fruta:“Há risco de morte, sim... O rim de quem tem insuficiência renal não consegue eliminar a toxina, que se acumula no sangue e acomete o sistema nervoso central. Se o portador de insuficiência renal ingerir a carambola, pode ter convulsões e entrar em coma com risco de óbito”, alerta. Para remover a toxina, é feita uma hemodiálise de urgência.

Não deixem de ler mais informações nos links:

http://www.todafruta.com.br/portal/icNoticiaAberta.asp?idNoticia=8327
http://taibioideias.blogspot.com/2010/03/toxina-da-carambola.html
http://medicinasnaturais.blogspot.com/2008/02/carambolas-vs-doentes-nefrolgicos.html

17 de dezembro de 2010

O NATAL

O NATAL está chegando. Para você, isso é motivo de alegria ou de preocupação? Milhões de pessoas se perguntam: ‘Para quem vou dar presentes? O que vou comprar? Tenho dinheiro para isso? Quanto tempo vou levar para pagar as dívidas?’

Apesar dessas preocupações, o Natal continua em alta. Ele até chegou a países não cristãos. No Japão, a maioria das famílias comemora o Natal não por causa de seu significado religioso, mas apenas como uma data festiva. Na China, “o rosto corado e alegre do Papai Noel aparece em todas as vitrines nas cidades grandes. Países de maioria muçulmana também promovem festividades parecidas às do Natal, embora não sejam realizadas necessariamente no dia 25 de dezembro. Nesses países, lojas, hotéis e shopping centers patrocinam o evento, com muita ênfase nas crianças.

No Ocidente, nosso caso, o Natal praticamente perdeu a conotação religiosa e é apenas uma data comercial, com muitas propagandas “descaradamente direcionadas às crianças”, diz o informativo Royal Bank Letter, do Canadá. É verdade que algumas pessoas ainda assistem a cerimônias natalinas na igreja. Mas são os shopping centers, ao som de canções natalinas, que se tornaram os novos templos. Por que essa mudança? Será que ela tem a ver com a origem do Natal? Que origem é essa?

Você acha importante saber a verdade sobre celebrações e ensinamentos religiosos? Então, talvez já tenha feito as seguintes perguntas: Será que Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro? O que prova que a data de nascimento dele é 25 de dezembro? Estou seguindo um princípio bíblico ou apenas tradições humanas que desconheço? Por que até hoje eu ainda não entendo corretamente essa questão ou porque minha religião não me esclareceu corretamente? O que o Papai Noel tem a ver com Jesus e seu nascimento? Qual é o conceito de Deus sobre o costume de dar presentes, ou, para ser mais exato, o de trocar presentes no Natal?

Estas são questões que despertam nossa curiosidade, principalmente pela época do ano em que nos encontramos, não é verdade? Mas não vou colocar aqui o resultado de minhas pesquisas, pelo menos hoje ainda não. Visto que a maioria de nós diz ter uma religião, fica a oportunidade de você mesmo refletir sobre a quase obrigatoriedade imposta por certas datas comemorativas de nos levar a fazer algo simplesmente para cumprir um requisito social, não pessoal e de vontade própria, vontade esta criada por nós sem interferência da grande massa dominante.

(Fontes de Pesquisa: The Wall Street Journal (China), Royal Bank Letter (Canadá), Enciclopédia da Religião, Enciclopédia do Natal, Grande Enciclopédia Barsa e outras publicações sobre o assunto).

16 de novembro de 2010

A Luta dos Professores e etc...

(Este texto é resultado de uma reflexão dos cursistas do Pró-Letramento em Alfabetização e Linguagem, turma 2010 e do tutor)

Ao longo de três meses, estamos vivendo uma experiência inesquecível em nossa carreira. Com certeza, esse momento entrará para a história não apenas do nosso município, mas na carreira do magistério público brasileiro. A situação em que o setor educacional da nossa cidade se encontra, devido à greve, atinge (ou atingiu) em média 90 % das unidades de ensino da rede pública municipal. A nossa luta pela implementação do piso salarial que além de ser legal, é uma forma de se buscar um reconhecimento profissional igual as demais profissões, pois a diferença entre elas está apenas na escolha vocacional de cada um.

Os detentores do poder devem compreender que o pagamento do piso não deve ser entendido apenas como uma exigência legal, mas com a consciência de que se faz jus que o educador tenha uma remuneração digna que lhe assegure entre outras condições básicas de sobrevivência, a saúde, pois a nossa sociedade passou por diversas transformações de modo que muitas responsabilidades que antes eram divididas entre a escola e a família, hoje a maior parte delas foram transferidas para o educador sobrecarregando assim, o trabalho docente. Além disso, há também o aumento significativo na atividade docente ocasionado pelo excesso do número de alunos em sala de aula, execução de projetos escolares, nucleações e outros fatores atualmente agregados às atribuições docentes devido às exigências legais.

Essas situações têm gerado um aceleramento no desgaste psicológico, mental e emocional e no aparelho fonador do nosso docente o que demanda a necessidade desse profissional ter direito a um plano de saúde. Atualmente, a nossa remuneração não é suficiente para cuidarmos dela e prova disso é o aumento no número de profissionais, em nosso município, que foram readaptados em outros setores da educação devido a doenças geradas na atuação docente. Isso sem levar em consideração o número de professores que se afastam do serviço temporariamente para cuidar da saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que, devido ao alto número de usuários, presta um serviço lento e retarda o retorno do profissional apto ao exercício de suas atribuições.

O pagamento do piso também representa a conquista do professor ao acesso aos bens culturais produzidos ao longo da nossa civilização como a aquisição de livros especializados ao trabalho docente, acesso à internet, participação em congressos, seminários, etc. Essas condições são imprescindíveis para qualquer profissional manter-se atualizado e obter êxito nos trabalhos, sobretudo, para nós profissionais da educação que trabalhamos diretamente com a formação psicossocial do nosso alunado.

A luta senhores, não é político-partidária. A luta é pelo direito ao direito construído, aprovado e não implementado. A luta é pela dignificação de um profissional que é a base de todos os outros, pelo reconhecimento merecido e legal.

João Ferreira

19 de outubro de 2010

19 DE OUTUBRO: Aniversário de Itabaianinha


Nossas Comemorações

1.      ?.....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................!

2.      ?....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................!

3.      ?....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................!

4.      ?.............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................!

5.      ?.....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................!

6.      Continua......................................................................................................................................................................................................................................................................? ou !...